Eu sofri um aborto espontâneo quando engravidei pela primeira vez, decorridos quase seis meses de tentativas. Toda aquela expectativa e magia de gerar um filho ficou abalada por esse episódio da minha vida, isso é absolutamente indiscutível e não adianta negá-lo.
Desde o primeiro momento em que soube estar grávida novamente, a felicidade e o medo têm vivido de mãos dadas e talvez esta dualidade só termine quando finalmente tiver o meu pequenino nos braços. Tenho perfeita consciência de que em quatro meses não houve uma única vez que não olhasse o papel higiénico, certificando-me sempre da inexistência de sangue, não houve uma única manhã em que o meu primeiro pensamento não fosse direitinho ao útero, não houve uma única vez em que fosse à Igreja e não pedisse a protecção de Deus para o meu bebé.
À medida que as semanas vão passando sinto-me mais confiante, é verdade, mas sinto também uma necessidade tremenda de ser tranquilizada pelo monitor do ecógrafo e não serei a única a desejar arduamente que o tempo passe rapidamente...
Muita força Clara, o teu sonho vai-se realizar :)
ResponderEliminarbjinho
Vai sim :)
EliminarContinuo a torcer muito por ti, muitoooooo.
Beijinho