Ok, não é fácil estar enfiada num escritório sem ar condicionado - se tivesse AC eu reclamaria na mesma, porque seca-me as vistinhas e faz-me arrepios - apesar de ser um local espaçoso e muito bem arejado, onde o sol não aquece as vidraças porque às 9h já cá não bate (o que no Inverno é uma grande chatice, no Verão é uma benção).
Eu tenho é vontade de estar a refrescar-me numa praia ou piscina, comer um gelado numa esplanada, dormir uma sesta na cama de rede que comprei e ainda não tive oportunidade de usar... Mas esta vontade eu tenho sempre, todos os anos, logo que os dias quentes convidam a tudo, menos a trabalhar.
E porque é que eu estou com esta treta toda? Porque reconheço que a gravidez e esta barriga que cresce a cada dia que passa não são incompatíveis com o meu trabalho (nem com qualquer outro, e tomo por exemplo a minha mãe que trabalhou anos a fio no sector produtivo de uma empresa e levou até ao final do tempo de gestação e a trabalhar as suas gravidezes).
Se, umas vezes, sonho com mais tempo livre para terminar o quarto do baby, comprar o que ainda está em falta (e é muito), preparar a mala, etc e tal, outras, dou por mim a agradecer o facto de não ser obrigada a um repouso forçado e a abandonar o meu trabalho. Incomoda-me um pouquinho saber que tanta gente o faz só porque sim, que apresenta uma baixa por gravidez de risco (que não o é, na realidade) à entidade patronal e acha que tal acto é mais do que legítimo, que é um direito do qual se pode valer desde que o médico seja bonzinho e ateste isso no "papel". Na verdade, e como se diz vulgarmente por aí, a gravidez não é doença. Se a grávida e bebé estiverem bem, claro que não é doença, mas há tanta gente a distorcer isto!
Hoje deu-me para dissertar sobre estas coisas, deve ser do calor...
Eu tenho é vontade de estar a refrescar-me numa praia ou piscina, comer um gelado numa esplanada, dormir uma sesta na cama de rede que comprei e ainda não tive oportunidade de usar... Mas esta vontade eu tenho sempre, todos os anos, logo que os dias quentes convidam a tudo, menos a trabalhar.
E porque é que eu estou com esta treta toda? Porque reconheço que a gravidez e esta barriga que cresce a cada dia que passa não são incompatíveis com o meu trabalho (nem com qualquer outro, e tomo por exemplo a minha mãe que trabalhou anos a fio no sector produtivo de uma empresa e levou até ao final do tempo de gestação e a trabalhar as suas gravidezes).
Se, umas vezes, sonho com mais tempo livre para terminar o quarto do baby, comprar o que ainda está em falta (e é muito), preparar a mala, etc e tal, outras, dou por mim a agradecer o facto de não ser obrigada a um repouso forçado e a abandonar o meu trabalho. Incomoda-me um pouquinho saber que tanta gente o faz só porque sim, que apresenta uma baixa por gravidez de risco (que não o é, na realidade) à entidade patronal e acha que tal acto é mais do que legítimo, que é um direito do qual se pode valer desde que o médico seja bonzinho e ateste isso no "papel". Na verdade, e como se diz vulgarmente por aí, a gravidez não é doença. Se a grávida e bebé estiverem bem, claro que não é doença, mas há tanta gente a distorcer isto!
Hoje deu-me para dissertar sobre estas coisas, deve ser do calor...
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