19 julho, 2013

Uma grávida e um elevador...

Não volto a entrar num elevador sozinha enquanto estiver grávida!
Não volto a entrar num elevador sozinha enquanto estiver grávida!
Não volto a entrar num elevador sozinha enquanto estiver grávida!
Esta manhã saí de casa e, como é habitual, chamei um dos elevadores do meu prédio. Entrei, ele começou a sua descida até ao rés-do-chão mas decidiu parar sem terminar o percurso. Dei por mim presa no elevador, com a luz vermelha a piscar nos botões de todos os pisos, e comecei a panicar. Procurei respirar fundo, levei a mão à barriga e pensei que só tinha mesmo que manter-me calma, pois a situação iria resolver-se. Porém, e ao mesmo tempo, sentia o calor a tomar conta de mim e o coração a bater cada vez mais rápido. Forcei a abertura da porta interior e o que vi foi uma parede e metade da porta exterior do elevador. Bonito, pensei eu! Peguei imediatamente no telemóvel para ligar ao R. mas dentro do elevador não havia rede e, portanto, restava tocar no alarme até que alguém me ouvisse. Toquei uma vez, duas, três e confesso que já estava a desesperar, não por mim mas pelo Gui. Tive medo, tive tanto medo e, mesmo procurando manter a cabeça fria, só imaginava a porcaria do elevador a despenhar repentinamente no poço ou o ar a ficar cada vez mais escasso dentro daquele espaço limitado. Até que, finalmente, alguém chamou o elevador e ele arrancou, parando de seguida no 1º andar. Saí, imediatamente, porta fora e senti um alívio enorme. Percebi que foi a minha vizinha quem chamou os dois elevadores e me libertou daquela "prisão". Apeteceu-me dar-lhe muitos beijinhos mas contive-me ☺
Mais logo, quando chegar a casa, garanto que subo as escadas!

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