Chegaram com uma virosa que atacou o baby sem dó nem piedade. Febre a rondar os 40ºC (no hospital atingiu 39,7ºC), sem outros sintomas, ditou que o meu bebé tivesse que fazer análises ao sangue e urina. Que sufoco! E o que eu tive que aguentar para não chorar ou gritar juntamente com ele...
As análises não mostraram existir qualquer infecção nem nada de anormal, pelo que regressámos a casa com brufen e ben-u-on, após seis horas na urgência. Três dias depois, a febre foi embora (tal como se esperava), e pequeno Gui estava repleto de manchinhas vermelhas, na cara, no peito, nas mãos e nas pernas. Foi resultado da virosa, concluiu a médica que o observou novamente na urgência. Passou, finalmente tudo passou, graças à medicação e às preces de uma mãe que só queria ver o seu filho bem, caramba.
Seguiu-se uma semana de praia, a estreia do Gui no que toca a pisar à areia. No primeiro dia não saiu da toalha, mostrava-se desconfortável sempre que sentia os grãos de areia no pé. No segundo, começou a arriscar e a partir do terceiro era vê-lo gatinhar praia fora, pensando inclusivamente que a coisa era comestível. Adorou o mar. Levantava um pezinho sempre que a água chegava e sorria. Brincou, mostrou-se feliz e até presenteou os papás com uma nova habilidade, a dança. Começando a musica, ele dançava (e ficava tão, mas tão giro que apetecia apertá-lo e enchê-lo de beijos, coisa que ele não aprecia lá muito). Pronto, deu vontade de ficar ali mais uma semana, ou duas, ou três...
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