02 março, 2015

Babyogando

Num mercadinho onde os bebés são reis arriscámos participar numa das actividades, o Babyoga. Quando a professora colocou aquela música zen imaginei-me ali durante uma horinha no bem-bom e no relax. Acordei no minuto seguinte, tinha o baby colado a mim, de chucha na boca, estranhando todo aquele cenário. O pai resistia, quis ficar de fora só a ver (cá entre nós, o que ele não queria era tirar os sapatos com medo de matar ali toda a gente. Mentira, ele não cheira assim tão mal dos pés, já o filho...). Dizia eu, o pai não cedeu até ser necessário embalar um balão num tecido grande e muito colorido. Ai entrou no espírito e já não saiu. O pequeno entusiasmou-se, verdadeiramente, com os balões, queria o dele, o da Alice, o do Martim... E com as bolinhas de sabão, e com os pauzinhos, e com tudo o resto, à medida que se familiarizou com o ambiente e com as pessoas.
Então e não era uma aula de Ioga? Era. Mas acham que os bebés aderem logo à coisa? Os pais, em boa verdade, é que fazem para lá uns malabarismos na tentativa de que os filhos os imitem. Dito assim, parece que fiquei desapontada com a aula (logo eu que nunca fiz ioga na minha vida), mas não fiquei. Gostei foi muito, de tudo. De fazer algo diferente com o meu filho, do mimo que partilhámos, dos sorrisos, e de estarmos os três juntos num domingo só nosso.

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