Muito se fala do instinto das mães e, em parte, concordo que é o instinto quem nos guia. Mas não é sobre isso que eu queria falar. Neste ano e meio, o meu coração foi muitas vezes assaltado com preocupações e sustos que o pequeno G. foi pregando, por exemplo, com quedas. Felizmente, nada de grave.
Existem, no entanto, momentos em que mais alguma coisa, para além do instinto, nos há-de valer.
No dia de Páscoa esperávamos o compasso, com a porta de casa aberta. Lembro-me de perguntar pelo baby, olhar (da varanda para a sala de estar) e ver que ele já não estava ali. Corri para o corredor do prédio, em direcção à porta de fogo de acesso às escadas... a mãozinha dele estava mesmo a encostar a porta. Foi a segunda vez que isto me aconteceu (a primeira foi em casa dos meus pais), perguntar por ele e sabê-lo, imediatamente, em perigo. E, pela segunda vez, soube como agir e onde procurá-lo.
Há-de haver um anjo a protegê-lo! A ele e a nós. Ou vários, mas há um especial, tão especial...
Há mesmo. Mas às vezes as coisas acontecem e temos de saber lidar com isso...
ResponderEliminarAcontecem claro, num abrir e fechar de olhos. Já saber lidar com isso assusta-me verdadeiramente!
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