A M. - dizia ele - nem precisa de creche para nada (está ao cuidado dos avós, entenda-se), é super inteligente, já conhece os clientes (os pais têm uma loja), sabe os nomes de todos e até dos animais deles.
Eu ri muito, por dentro para não lhe ferir o orgulho de ter uma filha que, com menos de dois anos, é assim a miúda mais inteligente dos arredores. E ainda tive vontade de dizer, num tom de admiração: só isso? O meu já escreve o nome completo. E a letra? Perfeita, perfeita. Esperto que ele me saiu pá!
Contive-me.
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